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‘A municipalização (do FIG) seria o começo do fim do evento” (Ivo Amaral - in memorian)

Em uma matéria publicada em 2017, a partir de fala em plenário da então deputada estadual Terezinha Nunes, a parlamentar autora da Lei que transformou o FIG em ‘Patrimônio Imaterial de Pernambuco’ revelou uma frase do ex-prefeito de Garanhuns, de saudosa memória e que abraçou o primeiro Festival de Inverno da história.

O tempo passa, mas a internet não deixa esquecer...

Em meio à polêmicas iniciadas a partir de declarações duras do atual prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino (PSB) contra a governadora, acusando a gestão tucana de ‘apequenamento’ ou declínio do FIG em sua 31ª edição, realizada neste ano de 2023, mesmo após Albino ter elogiado o evento e sua SECOM inclusive celebrar “95% de lotação na rede hoteleira local”, os fatos posteriores apontam para o início de uma desnecessária e inconsequente contenda do município com o Governo do Estado, este último ente o legítimo responsável desde sempre pela administração do evento. Agora, para acalorar as discussões, surge mais um forte elemento contra a municipalização.

Considerado como ‘Patrimônio Imaterial de Pernambuco’, a partir da Lei 13.878 de 25 de Setembro de 2009, nascida de Projeto da então deputada Terezinha Nunes (Foto) - à época pertencente ao PSDB -, e sancionada por Eduardo Campos (PSB), naquela ocasião Governador de Pernambuco, o FIG teve uma defesa intransigente por parte da parlamentar tucana.

Após pesquisa, nosso Blog ‘MarceloJorge.com’ teve acesso a uma matéria publicada nos anais da própria ALEPE, exatamente no dia 23 de Agosto de 2017, portanto há quase 06 anos, a partir de pronunciamento em plenário da Deputada, o qual transcrevemos a seguir: Já se passaram diversas gestões nos 27 anos (...) de história do festival e todos os anos há críticas sobre o atraso na programação. Mas isso nunca impediu que o FIG seja o grande sucesso que é – a maior atração turística do Interior na época do frio”, opinou Nunes, que considerou as críticas à edição deste ano “descabidas”.
A deputada explicou que ainda não tinha se manifestado sobre o assunto porque estava esperando o pronunciamento do ex-prefeito de Garanhuns Ivo Amaral – um dos criadores do FIG. Ela ainda leu no Plenário um texto feito por Amaral, em que o ex-gestor afirma que a participação do Governo do Estado foi essencial para a manutenção do festival em Garanhuns e que a municipalização “seria o começo do fim do evento”.

Um dos mais queridos líderes políticos da sua época, muito respeitado e querido pelo prefeito Sivaldo Albino, Ivo Amaral é tido como o ‘Pai do Festival de Inverno de Garanhuns’, por ter sido o prefeito que comandava à época o município, possibilitado a realização do criativo evento que teve a concepção artística de Marcílio Lins Reinaux; como Governador, Joaquim Francisco e cuja liberação de recursos estava a cargo de Gustavo Krause, que durante aquele período ocupava o cargo de Secretário da Fazenda de Pernambuco. Gustavo é o pai da atual vice governadora, Priscila Krause.

O respeitável e inesquecível Ivo Tinô do Amaral, foi prefeito de Garanhuns por dois mandatos, entre os anos de 1977 a 1982 e de 1989 a 1992. Ele também foi vice-prefeito da cidade, além de vereador por dois mandatos consecutivos e deputado estadual em duas legislaturas. "Seu Ivo", como era carinhosamente conhecido, faleceu no dia 17 de Novembro de 2022.


E agora, com comprovação histórica fica a pergunta no ar: O ex-prefeito Ivo Amaral, ‘Pai do Festival’, amigo e ex-aliado político do atual prefeito de Garanhuns, tinha ou não razão em ser contra a municipalização?

Com a palavra e sem bravatas, a gestão municipal...


Leia no link abaixo, na integra, matéria publicada nos anais da Alepe em 2017:



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