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ANDERSON TORRES chega ao Brasil, é conduzido pela PF e deve responder sobre atos violentos no DF

O ex-ministro é alvo de investigações sobre os ataques a prédios da Esplanada no último domingo dia 08, quando foram registrados atos de vandalismo. Torres, na ocasião, desempenhava o cargo de Secretário de Segurança do DF, do qual foi exonerado logo após às ações

O também ex-ministro da Justiça do governo de Jair Bolsonaro recebeu voz de prisão assim que desembarcou no hangar do aeroporto de Brasília e está sendo levado para a sede da instituição.

Além de ser investigado por omissões e responsabilidades nas falhas de segurança da capital federal, foi encontrada em sua residência durante uma operação de busca e apreensão uma minuta de uma tentativa de golpe contra o Estado. A proposta do decreto queria instaurar um "estado de defesa" dentro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), algo não previsto pela Constituição, para reverter os resultados das eleições de outubro, quando Bolsonaro perdeu a disputa para Luiz Inácio Lula da Silva.


OMISSÃO DO GOVERNO - Segundo grave denúncia do Senador Marcos do Val (Podemos-ES), o ministro da Justiça, Flávio Dino, teria sido informado um dia antes sobre os acontecimentos em Brasília neste domingo (8). Ainda de acordo com o senador, o ministro Dino, assistiu o início da mobilização sem tomar qualquer providência.


DEFESA DE TORRES

Nas redes sociais, Torres se defendeu dizendo que os documentos eram "sugestões" e que seriam destruídos. Tanto Torres como o governador afastado do DF, Ibaneis Rocha e os chefes dos órgãos de segurança estão sendo investigados pelas falhas durante a destruição dos prédios do Palácio do Planalto, Congresso Nacional e do STF.

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