• Marcelo Jorge

'Clubes de Tiro' também vivenciam dificuldades na pandemia e aguardam flexibilização dos decretos


Reprodução Arena BrasilNordeste
Uma das principais bandeiras de campanha do então candidato e hoje Presidente Jair Bolsonaro, que previa modificar pontos do estatuto do desarmamento, sofre retaliações e os decretos da União à favor da liberação responsável das armas, vem sendo policiado ostensivamente por adversários do Planalto.

Após a suspensão pela ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), no último dia 12/4, de vários trechos dos decretos do governo que flexibilizavam o acesso a armas, empresas que trabalham como intermediárias na obtenção de licenças de porte e posse de armas, cursos, além de ‘Clubes de Tiro’, nos quais os chamados ‘atiradores desportivos’ se reúnem para praticar e adquirir legalmente armas de fogo, com permissões de órgãos de segurança federais, passam por momentos difíceis.


Promessas de campanha de Bolsonaro, os decretos 10.627, 10.628, 10.629 e 10.630 entraram em vigor no último dia 13 de Abril, porém com vários pontos suspensos pela ministra em caráter liminar. Esta decisão é válida até que a questão seja discutida pelo plenário da Corte.

O programa Arena BrasilNordeste, exibido pela RadioWeb BrasilNordeste de segunda a sexta feira as 17 horas pelo Youtube/Canal BrasilNordeste Oficial e Facebook/arena brasilnordeste, escutou um proprietário de Clube de Tiro. A entrevista você assiste na íntegra, no link abaixo:

A edição completa desta sexta feira (23) do Arena BrasilNordeste, o internauta acompanha no link: https://www.youtube.com/watch?v=TRoVv54Dua4 (Ao iniciar você deve avançar a vinheta para início do programa)

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