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Como uma das eleições mais disputadas de Pernambuco pode redesenhar o Legislativo Federal e Estadual

Dentro do estado democrático e de tempos em tempos, o eleitorado brasileiro produz uma renovação na representatividade política das Câmaras municipais, estaduais e federais

Nenhum brasileiro um pouco mais atento à cena política precisa ser analista ou consultor para vislumbrar a forte polarização vivenciada pelo país que certamente e há tempos já vem se refletindo nas amplas discussões das plataformas digitais e mais especificamente nas mídias sociais dos mais envolvidos – e apaixonados – nesta disputa, em especial no âmbito presidencial.

Já ficou até de certa forma ‘normal’, abrir um TikTok, Twitter, Instagram, YouTube, Facebook ou mesmo no aplicativo mais utilizado pela população, o WhatsApp, e se deparar com a dicotomia Lula X Bolsonaro. Para alguns no entanto, trata-se de uma ‘falsa dicotomia’ caracterizada por uma situação com dois pontos de vista alternativos, colocados como se fossem as únicas opções, quando na realidade podem existir outras opções que não foram levadas em consideração.


E no Legislativo, como estão as coisas?

De forma mais regional, falando de Pernambuco e das vagas às Câmaras Estadual (Alepe) e Federal (Congresso), o andamento das campanhas eleitorais e o resultado das urnas deverão expressar também algumas mudanças e semelhantemente, outras manutenções.

Novos nomes, dentre estes de ex-prefeitos, vereadores e até de outsiders – elementos que nunca exerceram cargo eletivo – estão surgindo com força no ideário popular e podem ser a partir de 2023, a concretização desse novo formato do legislativo ou pelo menos de legisladores que devem reoxigenar estes ambientes.

No agreste pernambucano, na disputa a cadeiras estaduais e federais, entre os nomes de governistas ou oposicionistas, estão os ex-gestores municipais Izaías Régis, Débora Almeida, Dannilo Godoy e Delegado Rossine; Dr. Eduardo Miranda (Patriotas); Coronel Campos (União Brasil); Gersinho Filho (União Brasil). Além destes, jovens lideranças e filhos de políticos, à exemplo de Cayo Albino (PSB); Eduíno Filho (PSDB) e Pedro Campos (PSB), já estão iniciando combates frente a frente com os nomes que ora ocupam assentos na Assembleia ou no Congresso.

Além dos citados acima, muitos com chances de chegarem vitoriosos à reta final, outras dezenas de postulantes de diversas regiões do estado também vislumbram dar uma 'cara nova' aos legislativos. Mas certamente todos terão uma caminhada dura pela frente, confrontando titulares de mandatos estaduais também atuantes no interior como Priscila Krause, Álvaro Porto, Eriberto Medeiros, Claudiano Filho, Doriel Barros, além dos federais com reeleição garantida, à exemplo do bem avaliado garanhuense Fernando Rodolfo (PL), parlamentar dos professores e da segurança pública; o republicano Silvio Costa Filho; o sempre ativo Eduardo da Fonte (PP) ou mesmo Felipe Carreras (PSB), este o escolhido pelo prefeito de Garanhuns.

Uma coisa é certa: A Alepe tem 49 assentos e a Câmara Federal 513 e destes últimos, 25 vagas destinadas a politicos pernambucanos. Apenas com o término da ‘dança das cadeiras’, que culminará com a abertura da última urna e a constatação do derradeiro voto, teremos a certeza do que se passa na cabeça do eleitor que, por vezes, nem mesmo as melhores pesquisas conseguem identificar.
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