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Consórcio Nordeste suspende compra e toda a região fica sem vacinas russas

Esta não é a primeira vez que uma negociação do Consórcio Nordeste dá errado. O primeiro caso ficou conhecido como “Calote dos respiradores”, quando o grupo de governadores fechou uma compra milionária de 300 respiradores, que nunca chegaram aos estados. Essa compra é alvo de investigações em diversos órgãos da Justiça brasileira.

O Nordeste vai ficar sem a vacina russa Sputnik V após o Consórcio Nordeste suspender a compra do imunizante. O presidente do grupo, que reúne os nove governadores do Nordeste, Wellington Dias (PT-PI), anunciou, nesta quinta-feira (5), a suspensão.


Até agora, todas as doses de vacinas contra a Covid-19 que chegaram no Nordeste foram enviadas pelo governo federal. A compra da vacina russa custaria ao Estado de alagoas, por exemplo, aproximadamente R$ 120 milhões, referente a 2,2 milhões de doses do imunizante.

No caso da vacina russa, a decisão pela suspensão da compra foi tomada, segundo o presidente do Consórcio, em razão das limitações impostas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da não inclusão do imunizante do Programa Nacional de Imunização (PNI).


Wellington Dias (Foto) participou de uma reunião com o Fundo Soberano Russo e argumentou que, diante das restrições colocadas pela Anvisa e a fala do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmando que a vacina não seria colocada no PNI, não havia mais sentido, neste momento, manter a importação dos produtos.

Vale lembrar que absolutamente TODAS as vacinas disponibilizadas para os estados e municípios, sem exceção, foram enviadas pelo Governo Federal.

De acordo com Dias, o Fundo Soberano Russo informou que os imunizantes seriam destinados para o Brasil serão enviados para o México, Argentina e Bolívia, e que, assim que o Brasil decidir, as vacinas estarão disponíveis para o envio imediato.

Esta não é a primeira vez que uma negociação do Consórcio Nordeste dá errado. O primeiro caso ficou conhecido como “Calote dos respiradores”, quando o grupo de governadores fechou uma compra milionária de 300 respiradores, que nunca chegaram aos estados. Essa compra é alvo de investigações em diversos órgãos da Justiça brasileira.
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