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Deputados Federais do Cidadania decidem ficar fora da base aliada do Governo Lula

Em Pernambuco, dentre outros políticos, a vice governadora Priscila Krause pertence à sigla. No entanto a decisão dos deputados não é unanimidade, já que alguns membros da sigla, que em nível nacional formou federação com o PSDB, permanecerão apoiando o novo governo petista.
Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Ricardo Stuckert | Divulgação)

Apesar do diretório nacional do Cidadania ter aprovado o apoio "incondicional" ao Governo Lula, em uma decisão conjunta tomada pela bancada da legenda na Câmara Federal os parlamentares decidiram ficar fora da base aliada do petista.

A reunião que apontou esse novo caminho aconteceu neste sábado (14) e na ocasião os deputados do partido afirmaram que manterão uma posição de independência em relação ao Palácio do Planalto.

Em Pernambuco, a Vice-Governadora Priscila Krause (foto) ex-DEM, é também filiada ao partido.

O Cidadania terá cinco deputados na próxima legislatura, que se inicia em fevereiro, após o fim do recesso parlamentar no Congresso. A legenda, presidida nacionalmente por Roberto Freire, formou em maio do ano passado uma federação com o PSDB, e negocia agora uma junção com o Podemos, que anunciou em novembro a incorporação do PSC.

"Não vejo neste momento condições de nós não lutarmos pela democracia, mas não significa que é lutar pelo Lula. O Lula não significa sozinho a democracia no Brasil", disse o líder do Cidadania na Câmara, deputado Alex Manente (SP).

O Cidadania apoiou Lula no segundo turno da eleição presidencial contra o então presidente Bolsonaro, que tentava se reeleger. Na primeira etapa da disputa, a sigla integrou a coligação da agora ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), que também apoiou o petista no segundo turno.

No Senado, a única parlamentar do partido, Eliziane Gama (MA), fará parte da base aliada do governo petista, após integrar o Conselho Político da equipe de transição.

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