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LEGADO FAMILIAR: A inspiração de vida e ética para a vice Governadora PRISCILA KRAUSE

Atualizado: 2 de jan.

Para a recifense mais pernambucana do estado, a chegada na vice governadoria do Palácio do Campo das Princesas, longe de ser ponto de chegada é pista de decolagem para altos voos políticos

mulher que lutou e luta contra os mal feitos produzidos pelo sistema governamental socialista no estado de Pernambuco e na sua capital Recife, cidade onde exerceu suas primeiras e combativas legislaturas, inicialmente como vereadora e na sequência como deputada estadual, percorre uma trajetória política marcada pela coragem, sem deixar-se estremecer por ameaças ou mesmo pela ausência de espaços nas gestões e as “bocas”, tão disputadas pelos políticos de então, mas que sempre abominou, Priscila Krause (Cidadania) é a típica mulher que conhece bem o espaço que ocupa e o poder que exerce, mas não se deixa levar por vaidades, acomodações, 'jeitinhos' e nem usufrui do poder em benefício próprio.


O atendimento à população na fiscalização dos bens e serviços públicos marcou a passagem de Priscila pelas casas legislativas, à exemplo da denúncia de que vinte e oito ambulâncias do SAMU novinhas, estavam paradas no depósito da Secretaria de Saúde, dentro do hospital Otávio de Freitas no Recife. A parlamentar não pensou duas vezes e foi até o local onde constatou a irregularidade e formalizou a denúncia.

Aliás, comodismo é uma palavra que nunca fez parte do vocabulário da sua família, que do ponto de vista político presenteou o estado com a postura ética do seu pai, o alvirrubro Gustavo Krause, quando de forma compromissada com a população pernambucana e com os brasileiros exerceu os cargos de vereador, prefeito, deputado federal, governador e ministro de estado em duas ocasiões (da Fazenda com Itamar Franco e do Meio Ambiente, com FHC).

Gustavo é um bom exemplo de que nesse segmento ainda existem reservas morais. E foi exatamente desta fonte limpa que Priscila bebeu, conhecendo os preceitos da política com “P” maiúsculo.

Da sua mãe, a saudosa Cléa Borges, cuja ausência fará dois anos no próximo dia 12 de Fevereiro, herdou a sensibilidade e a firmeza de posição, dentre outras qualidades.

E será com a formação e princípios desta mulher, ao lado do marido Jorge Branco e os filhos Mateus e Helena, valorizando sua família e suas raízes, que Pernambuco assistirá o mandato de uma vice-governadora que, naturalmente mantendo o hierárquico respeito e fidelidade à sua amiga, líder e Governadora Raquel Lyra (PSDB), que não deve ficar à sombra das decisões, mas caminhar ao lado das mais importantes deliberações que o governo liderado por ambas apresentar.

E assim, Pernambuco assistirá novamente com os olhos de esperança e forte crença no futuro, como assistiu em 1986 e 1987, o preenchimento da lacuna política no Palácio com um(a) Krause ocupando o segundo mais alto topo das decisões do estado.

Fotos: Alepe/Mídias Sociais/Arquivos pessoais/Imprensa pernambucana

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