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O impacto psicológico das pesquisas eleitorais há 10 meses das eleições (mais para os pré-candidatos, menos para os eleitores)

A partir dessa segunda-feira, dia 1º de Janeiro, segundo a lei eleitoral, todas as pesquisas eleitorais a serem realizadas devem, obrigatoriamente, serem registradas. Com isso, amplia-se a credibilidade de alguns poucos institutos especializados, já que muitos outros vem sofrendo com a queda acentuada da confiabilidade por parte do eleitor, graças a erros crassos observados em eleições recentes.

*Por Marcelo Jorge

Na verdade, não há como se reafirmar que “pesquisas pré-eleitorais erram ou acertam o resultado das eleições”. Elas são um retrato do momento, e sendo assim estão sujeitas à diversas variáveis.

O fato é que, com a proximidade de mais um pleito eleitoral no Brasil desta vez direcionado à decisão de milhões de eleitores em 5.570 municípios país afora, a ser realizado em outubro, os olhos – e ouvidos – dos que vivenciam o dia a dia da política partidária, estão atentos e apurados para determinar rumos e dar um “corpo” ao ainda espectro das candidaturas.

Mas enquanto o stress invade as cabeças dos políticos, consultores, homens e mulheres do Marketing Político, assessores e afins estão voltadas aos números, percentuais e seus cruzamentos estatísticos, que determinarão as alianças e estratégias, os pensamentos do eleitor ainda seguem tentando driblar outros números: os da inflação, que corroem o poder de compra nas feiras e supermercados e já são percebidos nas matrículas e materiais escolares, no IPVA e no preços dos combustíveis e aluguéis, além dos sobressaltos com os altos índices de violência e os desdobramentos de tudo isso no dia a dia.

Resta aos Consultores, que indicam aos pré-candidatos a contratação de Institutos, atentarem ao desempenho destas empresas nas recentes eleições, dados acertáveis e poder transformar o emaranhado de números em resultados palpáveis e pelo menos próximos do que seja real.

De certa forma, a experiência anterior do Consultor com um Instituto de Pesquisas com o qual trabalha a mais tempo e conhece sua idoneidade e metodologias, fará muita diferença no que vai ser entregue a equipe responsável por colocar em prática a estratégia, baseadas nestes dados.

Ao eleitor resta, caso consultado, responder as pesquisas de forma sincera.

E enfim ao pré-candidato, cabe ter confiança no seu Consultor e na sua equipe – afinal ela é escolhida por ele mesmo -, paciência para contornar o stress antecipado, já que haverá muito tempo e motivos pela frente, durante a campanha para esquentar a cabeça. E desde já, melhorar suas aparições para ficar “bem na fita” e sobressair-se nas pesquisas. Só não vale pedir voto, combinado?   

 


 

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