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Obras da BR-232 na entrada do Recife, atrasam motoristas e provocam prejuízos para a população

Quem tenta entrar ou sair do Recife nas últimas semanas vem sofrendo com a retenção causada por obras na altura do Atacadão e que caminham lentamente. Quem tem consulta médica, reuniões, aulas entre outras atividades inadiáveis tem que se programar, ter muita paciência e acordar muito cedo para enfrentar a maratona
Imagens aéreas mostram fila de carros na saída do Recife, na área de obras da BR-232 — Foto: Reprodução/TV Globo

Para quem sai do interior do estado em direção à capital Recife, a maratona é estressante. Além de enfrentar uma das rodovias mais perigosas, com buracos e má sinalização, as obras de triplicação da BR-232, no acesso a região metropolitana ainda passaram uma semana praticamente paradas. Motoristas e comerciantes perceberam e reclamaram da demora no andamento do serviço. No Centro de Abastecimento e Logística (Ceasa), muitos se queixam dos prejuízos provocados por atrasos na entrega de produtos.

Essa é a primeira de sete etapas da obra. A previsão é que os serviços se estendam até março do ano que vem. Para os 67 mil motoristas que trafegam pelo local todos os dias, um exercício de paciência.

Durante esta semana, em diversos horários não eram vistos trabalhadores nem máquinas funcionando.

O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) informou que o expediente é de segunda a sábado, das 6h às 16h. No entanto, entre domingo (8) e quinta (12), houve uma pausa nos serviços, depois de 60 dias seguidos de trabalho.

Segundo o DER, a empresa contratada deu folga aos trabalhadores no período, mas o intervalo estaria dentro do cronograma e não "iria interferir no prazo final de conclusão da obra".

A volta ao trabalho estava prevista para esta sexta (13), mas o DER informou que as atividades retornaram com número reduzido de funcionários pela manhã por causa da chuva.

Com ou sem trabalhadores e tratores na rodovia, não tem horário que garanta que a pessoa consiga atravessar o trecho em obras em pouco tempo. No desvio feito pelo DER, são observados vários buracos.

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