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OUÇA: FERNANDO RODOLFO crê em unidade das oposições para tirar PSB do Governo em Pernambuco

Na conversa, o parlamentar fez uma leitura sobre a cena política em Pernambuco e no país, além de detalhar o processo no qual foi relator, que puniu o Deputado Daniel Silveira com afastamento das funções por 06 meses.

Atuante e firme nas suas posições, o Deputado Federal Fernando Rodolfo (PL-PE) foi o entrevistado na manhã desta segunda-feira (30) na Rádio Folha, pelo âncora do programa ‘Folha Política’, Jota Batista e pelo colunista da Folha, Edmar Lyra.

O parlamentar, que também já se destaca na cena nacional, mantém eficiente atuação em defesa dos interesses de Pernambuco e dos seus municípios e fez uma análise da movimentação política no Estado.

Em uma resposta a indagação de Edmar Lyra sobre composições eleitorais, Rodolfo disse acreditar em uma união entre a prefeita de Caruaru, Raquel Lyra (PSDB), o gestor de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira (PL) e o chefe do Executivo de Petrolina, Miguel Coelho (DEM), trio que governa alguns dos maiores PIBs e principais municípios do estado.
Fernando e Anderson: Força do PL na disputa em 2022.

Para Fernando, a busca e o acerto nesta composição política viabiliza o enfrentamento ao atual Governo do PSB que segundo o deputado, “Deve ser devolvido aos pernambucanos”.

Analisando o desembarque de Miguel Coelho do MDB para o DEM, o parlamentar disse que este é um movimento que o mantém “vivo no jogo”, mas que o filho do Senador FBC também prega a unidade da oposição. No entanto, Fernando Rodolfo pontuou que o recente aceno de Miguel ao PDT, a partir de um gesto ao Deputado Wolney Queiroz, o afasta da pré-candidata tucana, Raquel

Na opinião do deputado, que tem base eleitoral no agreste mais especificamente em Caruaru e Garanhuns mas que tem reconhecida atuação no Sertão, não haverão conflitos das eleições estaduais com a disputa presidencial.

Do ponto de vista local, 2022 trará uma eleição diferenciada, mais propensa a se discutir Pernambuco e não momento para nacionalizar as questões”, e complementou: “Trazer Lula, Bolsonaro ou mesmo Dória para a discussão local é uma estratégia do Governo do PSB, uma cortina de fumaça para tirar do foco da população a má avaliação do desgoverno do PSB em Pernambuco, uma mostra de que Paulo Câmara é ineficiente”.

Ele exemplificou: “Numa suposta composição entre Raquel e Anderson, Raquel pode defender o seu presidente Dória; Anderson pode defender Bolsonaro ou outro nome, mas nas ruas ambos estarão discutindo Pernambuco, para conquista do no Governo do Estado”;

O parlamentar pontuou ainda que possivelmente deverá existir um fator novo, que seria uma candidatura própria do próprio Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em Pernambuco, com a aposição do nome do atual Ministro do Turismo, Gilson Machado Neto e fez ver que este deverá disputar, senão a cadeira no Palácio estadual, ao menos uma vaga no Senado Federal.


OUÇA ENTREVISTA NA ÍNTEGRA ABAIXO



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