• Marcelo Jorge

POLÍTICA EM CAETÉS: A população quer profissionalismo na gestão

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As eólicas que giram indefinidamente, sopradas pelos ventos do agreste pernambucano, movimentam também um desejo de mudança por parte de algumas populações regionais. A já enfadonha repetição de grupos que, na tentativa de se perpetuarem no poder, utilizam práticas políticas semelhantes aos erros enxergados em outras administrações, mantendo o mesmo nível de comunicação insossa, que já não atinge objetivos e repetindo até as empoeiradas assessorias com seus velhos bordões, já não refletem o desejo do seu povo e nem emocionam mais.


E é assim que Caetés se sente!


A experiência de estar vivenciando uma pandemia mundial, repleta de restrições, por exemplo, vem modificando além dos hábitos, o jeito de pensar da população caeteense, que já analisa a possibilidade animadora de ser governada por alguém com uma moderna visão empreendedora; que seja conhecedor das demandas do município e que tenha bem sucedida experiência no campo administrativo. O que menos interessa para essa população, ainda segundo levantamentos, é a certidão de nascimento do pré-candidato. Afinal para a participação no processo eleitoral, ele precisa mesmo é ter o título de eleitor apto, inscrito no município. Até porque, muitos moradores de Caetés vem de outras cidades ou mantém laços afetivos, religiosos, educacionais ou mesmo profissionais com outros municípios.

E estes adjetivos descritos acima, recaem de forma muito precisa no empresário Júlio César da Farmácia.


Natural de Paranatama, município vizinho que tem mais de 30 km de limite, e sede localizada a apenas 37 quilômetros pelas BR's 424 e 423 - ou menos de 30 minutos de carro- da cidade de Caetés , Júlio César tem sua vida plantada nas Terras de Caetano. Ele vem sendo aclamado pelos apoiadores nas diversas redes sociais, desde que assumiu a pré-candidatura encabeçando as oposições e recebendo adesões a cada dia, inclusive de bons nomes oriundos da base governista.


Sua admirável trajetória de trabalho, investimentos e amor a Caetés, demonstrada na opção de ter-se casado com uma caeteense e ainda ter adotado o nome do município nas suas bem sucedidas empresas espalhadas pelo agreste, geram ainda mais segurança para a população. Afinal, o eleitor entende que deve ser administrado por um moderno e bem elaborado projeto de governo e não por uma terceirização da atual gestão, cujo cidadão escolhido para gerir uma importante secretaria municipal, por não ter o preparo necessário, foi rebaixado à diretor do importante hospital municipal, mas que ao que foi demonstrado, também não conseguiu resultados animadores para o cargo. Nesse caso, a naturalidade é irrelevante e o que interessa mesmo é a competência e a capacidade de gestão, afinal, o município não é como uma padaria ou uma conveniência, que quando quebra ninguém sofre.

Prova dessa incapacidade de gerir é mostrada na necessidade dos pacientes de Caetés terem que se deslocar para outro centro na busca de um simples exame de ultrassonografia, já que a única máquina existente no hospital, está abandonada e desativada e o centro cirúrgico local em condições incompatíveis, bem abaixo das necessidades hospitalares. E essa deveria ser uma das tarefas de um gestor hospitalar: manter os equipamentos pagos com dinheiro do povo para mantê-los com as mínimas condições necessárias para seu correto funcionamento.


A moderna política deixou de ser “briga de comadres” para se tornar expertise, isto é, competência técnica em gestão pública.

Caetés merece – e terá - um novo caminho!

 Fonte das Imagens: Internet


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